sábado, 27 de março de 2010

Conversar com Ele

Hoje quero compartilhar um texto que li durante esta semana e que me impressionou muito:

“A oração é a respiração da alma. É o segredo do poder espiritual. Nenhum outro meio de graça a pode substituir, e a saúde espiritual ser conservada. A oração nos põe em imediato contato com a Fonte da vida, e fortalece os nervos e músculos da vida religiosa. Negligencie o exercício da oração, ou dedique-se a ela de quando em quando, com intermitências, segundo pareça conveniente, e você perderá a firmeza em Deus. As faculdades espirituais perdem sua vitalidade, a experiência religiosa fica destituída de saúde e vigor” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 254, 255).

Como é importante conversarmos com Deus! Nenhuma outra forma de comunhão pode substituir a conversa direta e franca com Aquele que nos criou, pois ela nos coloca em "contato direto com a Fonte da vida"!

Consegue imaginar isso? Ficar em contato direto com a fonte da vida eterna? Não é a fonte da juventude, não é a fonte de riquezas materiais, não é a fonte de fama passageira. Não. É a fonte da vida eterna. Não consigo imaginar coisa melhor que essa! E não é preciso ter "receita pronta" para conversar com Deus, não. Não temos que pensar em frases elaboradas, palavras difíceis ou falar apenas sobre coisas alegres e amenas. Podemos falar – com respeito, é claro – usando nossas próprias palavras, da maneira que acharmos melhor. Podemos e devemos falar sobre tudo: quer sejam coisas boas quer sejam coisas que nos incomodem, nos enstristeçam. Deus quer ouvir tudo. Quer ser o ombro amigo, a fonte de força e poder para enfrentarmos o que quer que for.

Mas o contrário também é de assustar: é só deixar de lado a oração para ver "o circo pegar fogo". Perderemos a firmeza na fé, e a vida cristã passará a ser árida e sem graça. E eu acredito que ninguém deseja isso para si.

Portanto, nos apeguemos ao conselho de Paulo:

“Perseverai na oração, vigiando com ações de graças.” – Colossenses 4:2

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ambições

Ambições. Quantos não as têm? É praticamente impossível encontrar alguém que não queira nada, nada, nada da vida. Uns querem casar, outros ter filhos, outros ter sucesso na carreira, outros tudo isso... Não importa. O que sei é que todo mundo espera alguma coisa, e não é só no sábado à noite.

E é importante querermos coisas, sonharmos com elas. Isso nos motiva a viver. Acordamos todos os dias e vamos trabalhar, estudar ou cuidar de casa, pagamento de contas, compras e outras coisas, porque temos sonhos e ambições. Isso é, até certo ponto, muito saudável e necessário.

Porém, eu gostaria de convidar você para pensar em algo diferente hoje. Pensar em ter apenas uma ambição. "Uma ambição só?", você deve estar se perguntando. Sim. Apenas uma. E qual seria esta única ambição?

Estou falando de agradar a Deus. Apenas isto. Existe uma comunidade no Orkut que resume bem isso que quero dizer: Preocupe-se em agradar a Deus. Só isso. Simples, não? Preocupe-se em conhecê-lO, bem como a Sua palavra, saber do que Lhe agrada, e viva para isto. Afinal, você o ama, não? Então, do jeito que você faz com sua namorada, ou com seu esposo, buscando sempre saber mais sobre ela ou ele, e procurando fazer tudo pra vê-los felizes, faça com Aquele a quem você mais ama. Agrade-O.

Mas claro que há alguém aí já exaltado, pensando ou mesmo falando sozinho: "Mas se eu fizer só isso, como vou viver? Se não vou mais ter ambição alguma, se vou viver só para Deus?" O que você acha que mais agrada a Ele? Trabalhar ou viver à toa, na preguiça? Estudar, querer fazer faculdade, mestrado, doutorado ou viver dependendo dos outros, sem desenvolver os talentos que Ele lhe deu? Deus quer que O agrademos fazendo as coisas que Ele deseja que façamos. Mas fazendo-as da melhor maneira possível. Sendo o melhor estudante, um ótimo funcionário, cônjuges e/ou pais amorosos, cuidadosos, atenciosos. Agradar a Deus não impede em nada que façamos tudo isso. Porém obedecer a Deus e fazer Sua vontade tem que vir em primeiro lugar, sempre.

Por isso, escolha hoje agradar a Deus em primeiro lugar. Que seja essa sua única e grande ambição. Corra atrás disso, e tudo mais na sua vida vai fazer sentido; você será verdadeiramente feliz.

“Finalmente, irmãos, nós vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus que, como de nós recebestes, quanto à maneira por que deveis viver e agradar a Deus, e efetivamente estais fazendo, continueis progredindo cada vez mais;” – I Tessalonicenses 4:1

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Alegria de verdade

“Então, irei ao altar de Deus, de Deus, que é a minha grande alegria; ao som da harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu.” (Salmos 43:4)

“Quando estou chapada, a onda vem e não existe mais um véu, digamos assim. Então sempre que eu preciso de alguma clareza, de uma grande mudança na minha consciência, ou de uma grande mudança quando preciso escrever algo ou ter uma resposta, [marijuana] é um caminho fácil preu conseguir isso tudo”. (Alanis Morissette, revista High Times)

Alanis Morissette é uma cantora bem conhecida, e muito admirada por suas composições (caso não a conheça, é só clicar no link). Mas se você pensa que ela compõe essas canções porque tem um talento artístico, porque é um gênio da música ou porque quer falar sobre as coisas da vida, você vai ter que rever seus conceitos: ela consegue sua "inspiração" em drogas.

Interessante isso não? A pessoa precisar de álcool, maconha ou o que quer que seja pra escrever uma canção... Gênio mesmo é quem compõe sem precisar de nenhum desses "artifícios" pra dar uma "ajudinha" ao seu próprio cérebro.

Na verdade, tais coisas nos prejudicam, isso sim. Quem usa, se sente bem apenas no começo. Depois quer usar apenas porque o organismo não consegue mais conviver com aquela substância correndo nas veias. Não tem nada de "belo", "mágico" nem "maravilhoso" nisso. Quem não conhece, não precisa "experimentar" pra saber. Basta assistir aos filmes "Christiane F., drogada e prostituída" ou "Diário de um adolescente". São histórias reais, de quem "navegou" por essas águas, e não tem boas lembranças disso...

O fato é que, verdadeira alegria, verdadeira inspiração para as coisas que fazemos na vida, deveria vir de Deus. Desse jeito, não ficamos entorpecidos, viciados, não é uma substância que fala através de nós, somos nós mesmos que falamos, ou fazemos o que quer que seja, usando todo nosso potencial, com a força e a inteligência que só Deus pode nos dar.

Portanto, se alguém vier a você oferecendo um mundo mágico e de felicidade, bastando apenas você fumar, cheirar ou injetar algo em seu corpo, lembre-se: “Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente.” – Salmos 16:11

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Os bons mandamentos

Estudando a Bíblia hoje, encontrei um texto muito interessante. Está em Jeremias, e diz o seguinte:
“agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei.” (Sal. 40:8)
Muitos acham difícil fazer a vontade de Deus, cumprir Seus mandamentos. E aqui nesse verso, vemos Davi dizendo que ele se agrada em fazer a vontade do Pai. Soa estranho não é? Pensamos nela como um monte de proibições, de coisas que nos tolhem, e que ela nos impede de viver como bem entendermos.

Já pensaram nas leis de trânsito? Vamos ficar só no sinal, ou semáforo, como alguns conhecem. Já imaginaram se ele não existisse o caos que seriam as ruas? O sinal, bem como as placas de trânsito, existem pra nos alertar e proteger. Já ocorrem incontáveis acidentes com eles, fico pensando como seria sem...

Quando pensamos dessa forma, conseguimos entender o propósito das leis de Deus. Não servem para nos salvar. Não servem também para nos tolher. Mas servem para nos mostrar onde estamos errando, onde podemos melhorar, e nos ajuda a evitar uma série de coisas que - diferente do que pensamos - seriam prejudiciais a nós. O mandamento de honrar pais e o de não adulterar, só para citar dois exemplos, protegem a família, mostrando o quanto Deus se importa com ela.

Então, da próxima vez que for tentado a achar que os mandamentos são maus, pense nisso. Pense na bondade de Deus ao planejar esse código de proteção não aos consumidores, mas aos Seus muito amados filhos. E que você e eu possamos, à semelhança de Paulo, declarar:

“Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom.” – Romanos 7:12

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O mundo e um celular

Hoje li a seguinte notícia: "Austríaco morre afogado ao tentar pegar celular que caiu no esgoto". Falava sobre um homem cujo celular (que era de um modelo barato) caiu num bueiro, quando ele saía do carro. Inconformado, aquele homem resolveu tirar a tampa do esgoto e colocou a cabeça lá dentro, para tentar recuperar o aparelho. Porém caiu, ficou com o corpo preso no bueiro e por fim morreu afogado.

Fiquei muito triste ao ler isso. Quanta angústia por um celular barato! Eu não teria coragem de colocar minha cabeça dentro de um bueiro só por ser um bueiro. O mau cheiro e todas as coisas imundas que existem ali dentro me impediriam de fazer isso. E ainda mais sendo um mero celular, e de um modelo comum! Penso em como as pessoas são apegadas às suas coisas hoje, apegadas a meros objetos sem valor, a ponto de morrerem por eles. De que vale morrer por um celular? E mesmo que não fosse um mais simples, mesmo que fosse um iPod, um notebook, uma tv de plasma: será que não estamos dando a meros objetos mais importância do que deveríamos?

Mas depois, refleti melhor e vi que o que esse homem fez não foi tão estranho assim, se pensarmos no que Cristo fez. Nós, como aquele celular, não valíamos (nem valemos ainda) muita coisa. Estávamos imersos numa lama profunda e malcheirosa, de pecado e de dor. Ninguém teria coragem de se aproximar. Mas Ele fez isso. Não apenas se aproximou, mas ao entrar no mesmo lamaçal em que estávamos, a fim de conviver conosco e passar pelo que passamos, acabou tendo de dar a Sua vida, para que nós pudéssemos ser salvos.

Que eu e você possamos hoje nos lembrar de duas coisas: não precisamos de objetos para sermos felizes. Eles é que devem nos servir, e não nós a eles. Que demos às coisas o valor que elas merecem: o de coisas, apenas. E em segundo lugar, mas não menos importante: que sempre nos recordemos do imenso sacrifício que Jesus fez, deixando o céu, onde era Rei, para vir a este mundo, onde seria réu. Inocente, deu a vida para que nós, os verdadeiros culpados, pudéssemos ter direito à vida eterna e maravilhosa que, no fundo, sabemos que só Ele merecia ter. Muito obrigada, meu Querido Jesus!

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” – João 3:16

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Sacrifícios

Estive estudando semana passada sobre um tema interessante: a paciência. Eu não sou a melhor pessoa para falar do assunto, uma vez que paciência não é a minha característica marcante. Eu sou muito impaciente com pessoas que ainda não entenderam algo que eu entendi faz tempo, com pessoas que parecem não enxergar o óbvio, com pessoas que fazem coisas propositalmente para irritar, com quem bate na porta da minha casa pra "fazer consulta", como se minha casa fosse pronto-socorro, como se eu não tivesse direito a descanso, privacidade ou lazer, e por fim não tenho paciência nem pra esperar em fila de banco, correios ou qualquer coisa que o valha.

Não digo isso com orgulho, mas essa sou eu. Porém, não tem como não ficar preocupada, ainda mais depois do que estudei à luz da Palavra de Deus. Ela está cheia de conselhos sobre ser mais paciente.

Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, (Rom. 15:5)

Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, (Efés. 4:1-2)

Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes. (Tia. 1:2-4)

E como se isso não fosse o suficiente, no meu material de estudo ainda li a seguinte pergunta: "Como o Senhor tem sido paciente com você? Como essa realidade pode ajudá-lo a mostrar paciência pelos outros? Se o Senhor o tratasse da mesma forma como você trata os outros, qual acha você que seria seu destino?"

Como é difícil pra nós fazermos qualquer coisa, por pequena que seja, que signifique ir contra o nosso eu, nossa vontade! Como é difícil sair da "zona de conforto", uma vez que nos colocamos nela! Pensamos que está tudo bem, afinal vamos à igreja, lemos a Bíblia, oramos e vivemos uma vida digna. Mas não é só isso...

Não, eu não estou falando que você precisa ir à África ou à China para pregar o evangelho. Hoje você pode fazer isso sem sair de casa, através da internet, ou orando por missionários, ou mesmo doando quantias para aqueles que vão para esses lugares. Cada um deve ser missionário como puder, de acordo com os talentos que Deus lhe deu. Mas e quanto ao nosso ego? E quanto a demonstrar amor ao próximo? E quanto a amar o seu maior inimigo, ou mesmo – algo que parece tão simples – ser paciente com aqueles que fazem de tudo para acabar com a sua longanimidade? Não é fácil. Muitos chegam a dizer "sou assim mesmo, é meu temperamento". Mas não. Isso é uma mera desculpa. Deus não quer que sejamos assim. Ele pede algo maior de nós, pois sabe que conseguiremos, se quisermos contar com a ajuda dEle, claro.

Pensamos que isso é um sacrifício imenso, mas, e quanto ao sacrifício de Jesus na cruz? Carregando sobre si todos os pecados de toda a humanidade? A dor espiritual era bem maior que a dor física, tenha certeza. E quanto aos mártires? Aqueles que deram a vida por não conseguirem guardar para si o amor que um dia receberam do Pai Celeste? Ou mesmo aqueles que, embora não tenham perdido a vida, perderam seus bens em prol do que criam? Pensando assim, vemos como o nosso "sacrifício" em tentarmos ser mais pacientes, amorosos e perdoadores não é nada perto do que outros já fizeram, e mesmo que fossem, a promessa de Deus supera tudo isso...

“E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto e herdará a vida eterna.” – Mateus 19:29


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Juízo divino?

Enquanto escrevo esta meditação, o mundo se comove e se une, diante da tragédia que se abateu sobre o Haiti: o terremoto do dia 12 de janeiro de 2010.

Fico feliz ao ver países enviando pessoas para ajudar, nesse que é um momento tão doloroso. China, Canadá, Reino Unido, Brasil, Estados Unidos - culturas das mais diversas, todas com um único propósito, que é ajudar o próximo.

Porém, tenho lido e ouvido coisas que têm me deixado triste; pessoas que creem piamente que tais infortúnios são juízos divinos, que vieram em consequência das crenças do povo haitiano.

Isso me fez pensar e resolvi escrever, para tentar mostrar que nem todos os cristãos pensam dessa forma, até porque isso está totalmente contra o que diz a Santa Palavra de Deus. Vejamos algumas razões:

  1. Deus não faz nada sem antes avisar: isso está em Amós 3:7 - “Certamente, o SENHOR Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas.” Se tal catástrofe tivesse mesmo vindo das mãos do Senhor, Ele teria avisado através de algum profeta ou profetisa, fosse do passado ou dos dias de hoje. Com certeza muitos não acreditariam, mas Ele avisaria mesmo assim. E não foi isso que aconteceu. Não vemos na Bíblia qualquer profecia concernente a isso.
  2. Não conhecemos a mente de Deus: quando uma pessoa afirma categoricamente que algo como o que aconteceu no Haiti veio diretamente das mãos de Deus, sendo que nada há em Sua Palavra que confirme isso, ela está como que dizendo que conhece os pensamentos de Deus. E quem somos nós para que saibamos o que vai na Divina Mente? A Bíblia diz que “E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos.” (Romanos 8:27) Quem é que sabe o que se passa na mente do Espírito Santo? Aquele que sonda os corações.
  3. Deus não é um ditador: muitos infelizmente veem Deus como um tirano malvado, um senhor de barbas brancas que está apenas esperando um errinho nosso para nos destruir. Mas Ele não é assim. “...as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã...” (Lamentações 3:22). Eu poderia citar mais um tanto de versos que falam do amor e misericórdia divinos, mas não haveria espaço. As coisas ruins que acontecem são muitas vezes o resultado de nossos próprios atos, ou no caso do Haiti, uma causa natural, algo que poderia ter acontecido em qualquer outro lugar que estivesse sobre duas placas tectônicas que tivessem se atritado...
  4. Deus não age dessa forma hoje: alguém pode dizer, apesar do ítem anterior, que Deus enviou, sim, castigos a povos antigos. Na verdade, muitos desses supostos "castigos" vieram na verdade como consequência das atitudes desses povos, Deus apenas os avisou. Noutros momentos, fica claro que Deus enviou juízos - como no caso de Sodoma e Gomorra. Mas isso Ele fez porque sabia que só dessa forma as pessoas entenderiam o que Ele queria dizer. Isso não explica porque inocentes morreram junto de culpados, mas há muito que não conseguimos explicar, justamente porque não somos Deus. Há coisas que não entendemos e aceitamos pela fé. O caso é que hoje Deus não age dessa maneira. Hoje as pessoas não entenderiam nada se Deus saísse despejando desgraça após desgraça sobre os povos, e por isso Deus fala de formas diferentes. A pergunta é se estamos ouvindo o que Ele quer nos dizer...
Eu não sei se me fiz entender. Também não sei porque Deus permitiu que tais coisas acontecessem num país já tão sofrido. Creio que um dia, no Céu, Ele irá nos explicar. Por ora, apenas oro para que quem quer que leia esse texto entenda que Deus é um Deus de Amor. Deus é o próprio Amor. E tudo que Ele quer é nos ter ao Seu lado. Que busquemos estar sempre com Ele, fazendo Sua vontade e aceitando Seu querer. Deixemos as conjecturas de lado, e repousemos na certeza de que Ele nos ama.

“Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele.” – I João 4:16
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