"Diante das cãs te levantarás, e honrarás a face do velho, e terás temor do teu Deus. Eu sou o SENHOR." (Levítico 19:32)
Eu não conhecia este versículo, mas ontem, assistindo a um documentário, ele foi citado, e eu resolvi pesquisá-lo.
Quão interessante é a Bíblia. A cada dia, encontramos novas coisas, aprendemos novas lições. E quão bom é saber que Deus nos ama, independente de sexo, cor da pele, independente de idade. Para Ele, não importa se você está mais velho, não importam suas rugas, seus cabelos brancos.
Na sociedade em que vivemos hoje, é bem o contrário disso que acontece. As pessoas rejeitam os mais velhos. Eles não conseguem emprego, não aparecem na tv, e nós, quando vamos envelhecendo, temos vergonha disto, e tratamos de nos esconder atrás de máscaras.
Mas por que isso? Conta-se de uma bailarina que, quando quiseram maquiá-la para esconder suas rugas -- ela iria fazer uma apresentação -- disse: "Não apague nenhuma delas, levei anos para conseguí-las." Porque não temos esse orgulho de nossas rugas e cabelos brancos? Por que a vergonha, por que o medo terrível de envelhecer, e por que a busca insandecida pela fonte da juventude?
Na verdade, as rugas e "cãs", termo que a Bíblia usa para cabelos brancos, são símbolos da sabedoria, da experiência e do conhecimento da vida, coisas que vêm com a idade. Para Deus, são motivos de orgulho, e deveriam impor respeito. Mas para nós, motivo de vergonha e desrespeito. Não são poucas as reportagens que vemos de idosos sendo maltratados e desrespeitados.
Que esse verso bíblico sirva para duas coisas em nossa vida: uma, para nos fazer orgulhosos da idade que temos, seja ela qual for. Para que louvemos a Deus por cada ano de vida que nos dá, e pela sabedoria que vem junto com eles. Duas, para aprendermos a respeitar os mais velhos, e a buscar sabedoria em suas experiências de vida. Pois o Senhor não faz acepção de pessoas. Lembremo-nos: "Diante das cãs te levantarás, e honrarás a face do velho, e terás temor do teu Deus."
"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três;
porém o maior
destes é o amor." (I Coríntios 13:13)
sábado, 15 de agosto de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Libertos da Assíria
"Esforçai-vos e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá." (II Crônicas 32:7-8)
Já imaginou ser presidente de um país e descobrir, de uma hora para outra, que ele vai ser invadido e destroçado por uma nação próxima?
Pois bem, foi isso que aconteceu a Ezequias quando era rei de Judá. Todos temiam o povo assírio, afinal, por várias vezes ele tinha sido usado como instrumemento de Deus, como vara de Sua ira (Isaías 10:5) para repreender o povo quando este se encontrava longe dos caminhos do Senhor. Mas havia sido feita uma promessa ao profeta Isaías, para ser levada a todo Judá: “Não temas... a Assíria porque daqui a bem pouco... o Senhor dos Exércitos suscitará contra ele um flagelo, como a matança de Midiã junto à rocha de Orebe, e como a sua vara sobre o mar, que contra ele se levantará, como sucedeu aos egípcios. E acontecerá naquele dia, que a sua carga será tirada do teu ombro, e o seu jugo do teu pescoço; e o jugo será despedaçado por causa da unção.” Isso está em Isaías 10:24-27.
Por isso, quando a invasão assíria já era uma certeza, Ezequias não temeu. Ele confiou nas promessas do Pai Celeste. Ao virem perigos e provações em nossa vida, devemos fazer o mesmo. Não temer, mas confiar. Afinal, “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá?” (Números 23:19)
Porém, Ezequias não apenas confiou, ele também agiu. Ellen White, escritora cristã americana, já falecida, escreveu em seu livro Profetas e Reis: “Mas o rei de Judá se determinou fazer sua parte na preparação para resistir ao inimigo; e havendo feito tudo que o engenho humano e a energia podiam fazer, reuniu suas forças, e exortou-as a terem bom ânimo. "Grande é o Santo de Israel no meio de ti" (Isa. 12:6), tinha sido a mensagem do profeta Isaías a Judá;”
Ezequias confiou e fez sua parte. Por causa disso, ele pôde dizer com tanta fé algumas das mais belas palavras de toda a Bíblia: “Esforçai-vos e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá.” (II Crônicas 32 7 e 8).
Que confiança!!! Pode ser assim com a gente também. É só querermos. Da próxima vez que a tentação o assaltar, que uma provação chegar em sua vida, siga o exemplo do rei Ezequias: confie e aja. E lembre-se sempre de que está conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras.
Que Ele nos abençoe sempre!
Já imaginou ser presidente de um país e descobrir, de uma hora para outra, que ele vai ser invadido e destroçado por uma nação próxima?
Pois bem, foi isso que aconteceu a Ezequias quando era rei de Judá. Todos temiam o povo assírio, afinal, por várias vezes ele tinha sido usado como instrumemento de Deus, como vara de Sua ira (Isaías 10:5) para repreender o povo quando este se encontrava longe dos caminhos do Senhor. Mas havia sido feita uma promessa ao profeta Isaías, para ser levada a todo Judá: “Não temas... a Assíria porque daqui a bem pouco... o Senhor dos Exércitos suscitará contra ele um flagelo, como a matança de Midiã junto à rocha de Orebe, e como a sua vara sobre o mar, que contra ele se levantará, como sucedeu aos egípcios. E acontecerá naquele dia, que a sua carga será tirada do teu ombro, e o seu jugo do teu pescoço; e o jugo será despedaçado por causa da unção.” Isso está em Isaías 10:24-27.
Por isso, quando a invasão assíria já era uma certeza, Ezequias não temeu. Ele confiou nas promessas do Pai Celeste. Ao virem perigos e provações em nossa vida, devemos fazer o mesmo. Não temer, mas confiar. Afinal, “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá?” (Números 23:19)
Porém, Ezequias não apenas confiou, ele também agiu. Ellen White, escritora cristã americana, já falecida, escreveu em seu livro Profetas e Reis: “Mas o rei de Judá se determinou fazer sua parte na preparação para resistir ao inimigo; e havendo feito tudo que o engenho humano e a energia podiam fazer, reuniu suas forças, e exortou-as a terem bom ânimo. "Grande é o Santo de Israel no meio de ti" (Isa. 12:6), tinha sido a mensagem do profeta Isaías a Judá;”
Ezequias confiou e fez sua parte. Por causa disso, ele pôde dizer com tanta fé algumas das mais belas palavras de toda a Bíblia: “Esforçai-vos e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá.” (II Crônicas 32 7 e 8).
Que confiança!!! Pode ser assim com a gente também. É só querermos. Da próxima vez que a tentação o assaltar, que uma provação chegar em sua vida, siga o exemplo do rei Ezequias: confie e aja. E lembre-se sempre de que está conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras.
Que Ele nos abençoe sempre!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Feliz dia dos namorados!
Em Gênesis, ao lermos o relato da criação, percebemos, a cada dia da semana, a expressão da felicidade de Deus através das palavras escritas por Moisés: “E viu Deus que era bom.” A frase aparece cinco vezes, no primeiro capítulo do livro. Tudo que Deus fazia era bom.
Mas, eis que em meio à toda perfeição e beleza da criação do Pai, vemos uma mudança. Pela primeira vez, algo não era bom. E o próprio Criador diz isto: “Não é bom que o homem esteja só”. No meio das maravilhas edênicas, ouvimos que algo não está bom, não está como Deus queria. O homem está sozinho. Tem toda a magnificente natureza a seu redor, isenta dos efeitos do pecado; tem todos os animais, todas as diferentes famílias, classes, ordens, espécies, em sua perfeita beleza. Mas nada disso o satisfaz. Os animais e a natureza não conversam, não podem compartilhar suas emoções, não expressam sentimentos. E Adão se sente só.
Vejam o que diz a escritora Ellen White:
1. Deus não criou outro homem, Ele fez uma mulher. Não fez simplesmente um amigo para Adão, mas um ser ao mesmo tempo parecido (era humano) porém diferente (pertencia a outro sexo) dele. Um ser com características físicas e psicológicas distintas, para que ambos se complementassem.
2. Deus não criou Eva do barro, como fez com Adão, Ele a criou de uma parte do próprio Adão. Fez Eva da costela do homem, mostrando que não devia ser superior a ele, nem inferior, mas igual. Com iguais direitos e deveres, com igual valor perante o Pai Celeste. “Como parte do homem, osso de seus ossos, e carne de sua carne, era ela o seu segundo eu, mostrando isto a íntima união e apego afetivo que deve existir nesta relação. “Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta.” Efés. 5:29. “Portanto deixará o varão a seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gên. 2:24.” (Patriarcas e Profetas, pág. 46)
Agora estava tudo completo! Agora, estava tudo como o nosso Senhor queria.
Mas, passaram-se cerca de seis mil anos, e a pergunta é: como estão as coisas hoje? Será que Deus olharia e diria que tudo é “muito bom”? Acho que sabemos a resposta. Tudo foi deturpado. A fidelidade é rara, os relacionamentos são descartáveis, passageiros, a maioria sem amor. Por qualquer razão, ocorre o divórcio. Pessoas do mesmo sexo se relacionam normalmente, exigindo aceitação e direitos, como o casamento. Tudo diferente do ideal divino. Por isso, eu penso: “Hoje, celebramos o “Dia dos Namorados”. Mas será que há o que comemorar? Com tanta falta de amor?”
Sim, há o que se comemorar. Ao pensarmos na dádiva maravilhosa que é o relacionamento a dois, deixado por Deus e preservado mesmo após a entrada do pecado no mundo, ao nos lembrarmos de que mesmo hoje, com toda a maldade que há neste planetinha, ainda podemos encontrar felicidade no casamento, e que este é abençoado pelo Senhor, vemos que há sim o que comemorar.
Portanto, feliz dia dos namorados a você que é casado. Não é porque casamos que devemos deixar de namorar. Muito pelo contrário. Agora sim é que devemos namorar, e ainda mais que antes. Que o seu casamento seja a bênção que Deus sempre quis que fosse. Saiba que “Quando os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o casamento é uma bênção; preserva a pureza e felicidade do gênero humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza física, intelectual e moral.” (Patriarcas e Profetas, pág. 46). Se seu matrimônio ainda não é o que Deus deseja, ore a Ele, peça Sua ajuda, una-se a seu cônjuge num só clamor, e Deus os ouvirá. Ele irá ajudá-los a superar quaisquer obstáculos que estejam enfrentando, se assim for a vontade de vocês.
Feliz dia dos namorados aos divorciados e viúvos. Por motivos que não foram da vontade do Senhor, o casamento de vocês chegou ao fim. Deus sabe o porquê de todas as coisas, e apesar de Ele não querer a infelicidade de nenhum de seus filhos, é isso que acontece neste mundo mau. Mas Ele está aí, bem do ladinho de vocês, abraçando-os e esperando por suas orações. Ele as ouve, e as atenderá conforme Sua santa e boa vontade.
Feliz dia dos namorados aos solteiros. Deus conhece os anseios dos seus corações. Deus sabe o quanto vocês sonham em desfrutar das maravilhas que existem no relacionamento. Ele também sabe o que é melhor para vocês. Ele também sabe o tempo certo para cada coisa acontecer. Não fiquem ansiosos ou preocupados. Ele sabe de tudo. E no tempo certo, após tudo que precisa ser ajustado for ajustado, Ele vai dar o presente que vocês querem. Apenas coloquem, a cada dia, suas vidas nas mãos do Criador.
Finalmente, feliz dia dos namorados aos noivos, e aos namorados! Vocês estão se encaminhando para a realização de um dos maiores sonhos de Deus para suas vidas. Estejam certos de que tudo que fazem seja da vontade dEle. Orem a cada dia pedindo orientação. Ele deve ser o Mestre em cada escolha que fizerem. Se estiverem em dúvida de algo, peçam Sua guia. Se não, continuem caminhando, rumo à união eterna de suas vidas à daqueles que amam.
Que esse dia seja de muita reflexão, mas também de muito amor, alegria e paz a todos! Feliz dia dos namorados!
Mas, eis que em meio à toda perfeição e beleza da criação do Pai, vemos uma mudança. Pela primeira vez, algo não era bom. E o próprio Criador diz isto: “Não é bom que o homem esteja só”. No meio das maravilhas edênicas, ouvimos que algo não está bom, não está como Deus queria. O homem está sozinho. Tem toda a magnificente natureza a seu redor, isenta dos efeitos do pecado; tem todos os animais, todas as diferentes famílias, classes, ordens, espécies, em sua perfeita beleza. Mas nada disso o satisfaz. Os animais e a natureza não conversam, não podem compartilhar suas emoções, não expressam sentimentos. E Adão se sente só.
Vejam o que diz a escritora Ellen White:
“Mesmo a comunhão com os anjos não poderia satisfazer seu desejo de simpatia e companhia. Ninguém havia da mesma natureza para amar e ser amado.” (Patriarcas e Profetas, pág. 46)
Deus sabia disso, e tratou logo de resolver a situação. Criou para Adão uma companheira. Observemos alguns pontos interessantes dessa criação:
1. Deus não criou outro homem, Ele fez uma mulher. Não fez simplesmente um amigo para Adão, mas um ser ao mesmo tempo parecido (era humano) porém diferente (pertencia a outro sexo) dele. Um ser com características físicas e psicológicas distintas, para que ambos se complementassem.
2. Deus não criou Eva do barro, como fez com Adão, Ele a criou de uma parte do próprio Adão. Fez Eva da costela do homem, mostrando que não devia ser superior a ele, nem inferior, mas igual. Com iguais direitos e deveres, com igual valor perante o Pai Celeste. “Como parte do homem, osso de seus ossos, e carne de sua carne, era ela o seu segundo eu, mostrando isto a íntima união e apego afetivo que deve existir nesta relação. “Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta.” Efés. 5:29. “Portanto deixará o varão a seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gên. 2:24.” (Patriarcas e Profetas, pág. 46)
Agora estava tudo completo! Agora, estava tudo como o nosso Senhor queria.
Mas, passaram-se cerca de seis mil anos, e a pergunta é: como estão as coisas hoje? Será que Deus olharia e diria que tudo é “muito bom”? Acho que sabemos a resposta. Tudo foi deturpado. A fidelidade é rara, os relacionamentos são descartáveis, passageiros, a maioria sem amor. Por qualquer razão, ocorre o divórcio. Pessoas do mesmo sexo se relacionam normalmente, exigindo aceitação e direitos, como o casamento. Tudo diferente do ideal divino. Por isso, eu penso: “Hoje, celebramos o “Dia dos Namorados”. Mas será que há o que comemorar? Com tanta falta de amor?”
“ 'Venerado… seja o matrimônio' (Heb. 13:4); foi esta uma das primeiras dádivas de Deus ao homem, e é uma das duas instituições que, depois da queda, Adão trouxe consigo de além das portas do Paraíso.” (Patriarcas e Profetas, pág. 46)
Sim, há o que se comemorar. Ao pensarmos na dádiva maravilhosa que é o relacionamento a dois, deixado por Deus e preservado mesmo após a entrada do pecado no mundo, ao nos lembrarmos de que mesmo hoje, com toda a maldade que há neste planetinha, ainda podemos encontrar felicidade no casamento, e que este é abençoado pelo Senhor, vemos que há sim o que comemorar.
Portanto, feliz dia dos namorados a você que é casado. Não é porque casamos que devemos deixar de namorar. Muito pelo contrário. Agora sim é que devemos namorar, e ainda mais que antes. Que o seu casamento seja a bênção que Deus sempre quis que fosse. Saiba que “Quando os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o casamento é uma bênção; preserva a pureza e felicidade do gênero humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza física, intelectual e moral.” (Patriarcas e Profetas, pág. 46). Se seu matrimônio ainda não é o que Deus deseja, ore a Ele, peça Sua ajuda, una-se a seu cônjuge num só clamor, e Deus os ouvirá. Ele irá ajudá-los a superar quaisquer obstáculos que estejam enfrentando, se assim for a vontade de vocês.
Feliz dia dos namorados aos divorciados e viúvos. Por motivos que não foram da vontade do Senhor, o casamento de vocês chegou ao fim. Deus sabe o porquê de todas as coisas, e apesar de Ele não querer a infelicidade de nenhum de seus filhos, é isso que acontece neste mundo mau. Mas Ele está aí, bem do ladinho de vocês, abraçando-os e esperando por suas orações. Ele as ouve, e as atenderá conforme Sua santa e boa vontade.
Feliz dia dos namorados aos solteiros. Deus conhece os anseios dos seus corações. Deus sabe o quanto vocês sonham em desfrutar das maravilhas que existem no relacionamento. Ele também sabe o que é melhor para vocês. Ele também sabe o tempo certo para cada coisa acontecer. Não fiquem ansiosos ou preocupados. Ele sabe de tudo. E no tempo certo, após tudo que precisa ser ajustado for ajustado, Ele vai dar o presente que vocês querem. Apenas coloquem, a cada dia, suas vidas nas mãos do Criador.
Finalmente, feliz dia dos namorados aos noivos, e aos namorados! Vocês estão se encaminhando para a realização de um dos maiores sonhos de Deus para suas vidas. Estejam certos de que tudo que fazem seja da vontade dEle. Orem a cada dia pedindo orientação. Ele deve ser o Mestre em cada escolha que fizerem. Se estiverem em dúvida de algo, peçam Sua guia. Se não, continuem caminhando, rumo à união eterna de suas vidas à daqueles que amam.
Que esse dia seja de muita reflexão, mas também de muito amor, alegria e paz a todos! Feliz dia dos namorados!
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
Conhecer...
Um ano, dois anos, três anos... Uma década... Cinquenta anos... Quanto tempo se leva para realmente conhecermos alguém?
Acho que nem meus pais, que conviveram 28 anos comigo, me conhecem completamente. Nem eles, que convivem juntos há 32 anos, acho que não se conhecem completamente. Nós, seres humanos, creio que nunca chegaremos a esse tipo de “perfeição” no conhecimento de outro, quer seja pai, mãe, irmã(o), cônjuge. Mas quanto nos cobramos essa sabedoria!
Nós somos meros seres humanos. Não podemos esperar de nós mesmos – ou do outro – o conhecimento de tudo na vida, mesmo que diga respeito ao relacionamento que temos com esse “outro”, seja há quanto tempo for. A natureza humana é muito complexa, e nem Freud conseguiu explicar tudo sobre ela. Ao tentar fazer isso, corremos o risco de criarmos ideias errôneas sobre as situações, achando que a pessoa tem algum problema por não nos conhecer como gostaríamos, ou que ela não se importa conosco de verdade (porque, do contrário, pensamos, ela saberia tudo sobre mim).
O único que sabe TUDO sobre nós (inclusive o tanto de fios de cabelo que temos em nossa cabeça) é Deus. Ele sabe literalmente tudo. Pois foi Ele que nos criou, é Ele que nos sustém e Ele é a própria perfeição.
Você acha que precisa conhecer melhor outra pessoa? Quer demonstrar que a ama e que se importa com ela, e busca conhecê-la mais e mais a cada dia, mas parece nunca ser o suficiente? Converse com Deus. Ele irá, se você assim o desejar, te ensinar mais sobre esse outro ser humano a cada dia, facilitando o seu conhecimento e convivência com tal pessoa. Você nunca vai conseguir conhecer tudo sobre ela. Mas vai aprender muito mais do que hoje sabe. Siga essa dica e tenho certeza de que não vai se arrepender.
“Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais!” – Lucas 12:7
Acho que nem meus pais, que conviveram 28 anos comigo, me conhecem completamente. Nem eles, que convivem juntos há 32 anos, acho que não se conhecem completamente. Nós, seres humanos, creio que nunca chegaremos a esse tipo de “perfeição” no conhecimento de outro, quer seja pai, mãe, irmã(o), cônjuge. Mas quanto nos cobramos essa sabedoria!
Nós somos meros seres humanos. Não podemos esperar de nós mesmos – ou do outro – o conhecimento de tudo na vida, mesmo que diga respeito ao relacionamento que temos com esse “outro”, seja há quanto tempo for. A natureza humana é muito complexa, e nem Freud conseguiu explicar tudo sobre ela. Ao tentar fazer isso, corremos o risco de criarmos ideias errôneas sobre as situações, achando que a pessoa tem algum problema por não nos conhecer como gostaríamos, ou que ela não se importa conosco de verdade (porque, do contrário, pensamos, ela saberia tudo sobre mim).
O único que sabe TUDO sobre nós (inclusive o tanto de fios de cabelo que temos em nossa cabeça) é Deus. Ele sabe literalmente tudo. Pois foi Ele que nos criou, é Ele que nos sustém e Ele é a própria perfeição.
Você acha que precisa conhecer melhor outra pessoa? Quer demonstrar que a ama e que se importa com ela, e busca conhecê-la mais e mais a cada dia, mas parece nunca ser o suficiente? Converse com Deus. Ele irá, se você assim o desejar, te ensinar mais sobre esse outro ser humano a cada dia, facilitando o seu conhecimento e convivência com tal pessoa. Você nunca vai conseguir conhecer tudo sobre ela. Mas vai aprender muito mais do que hoje sabe. Siga essa dica e tenho certeza de que não vai se arrepender.
“Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais!” – Lucas 12:7
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O amor do Pai
“Ao testemunhar Adão os primeiros sinais da decadência da natureza, com o cair das folhas e o murchar das flores, chorou mais sentidamente do que os homens choram hoje os seus mortos. As flores murchas não eram a razão maior do desgosto, visto serem tenras e delicadas; mas as altaneiras, nobres e robustas árvores arremessando suas folhas e apodrecendo, apresentavam diante dele a dissolução geral da linda natureza, que Deus criara para especial benefício do homem.” (Ellen White, História da Redenção, pág. 55)
Ao ler esse texto, sempre me emociono. Fico pensando em como deve ter doído àquele homem ver tudo se acabando ao seu redor, e pensando como era culpado.
Uma das lições da escola sabatina de 2008 nos fala sobre isso. Lemos assim:
“Paulo também ensina que a queda de Adão e Eva colocou o mundo natural sob o poder do pecado: “Pois ela foi submetida à inutilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou” (Rm 8:20, NVI). O poder danoso e corruptor do pecado alcançou a criação de Deus neste planeta. O verbo sujeitar indica que a natureza está sob a autoridade de algum poder que usurpou sua verdadeira beleza e seu significado. Este foi o resultado, não de sua própria ação, mas de alguma outra coisa: a entrada do pecado (Rm 5:12). A natureza está agora “sujeita à inutilidade”. A palavra inutilidade designa aqui frustração e vazio. Essa palavra é usada em Efésios 4:17 para descrever não a natureza, mas os indivíduos que, à parte de Cristo, vivem “na inutilidade de seus pensamentos” (NVI). (Ángel Manuel Rodriguez, Lição da Escola Sabatina, 4º trimestre de 2008).Fico a imaginar o sofrimento de Adão. Ver tudo aquilo acontecendo, ele, que tinha visto o mundo nos seus primórdios, na sua perfeição edênica. Ele que nunca havia visto uma flor murchar, um animalzinho morrer, uma folha cair da árvore. Adão, que nunca havia sentido dor, nem nunca havia ouvido alguém chorar, teve que ver sua amada esposa Eva chorar e se contorcer, quem sabe até gritar de dor, para dar à luz seus filhos. O primeiro homem que existiu neste mundo, que nunca havia visto a morte, teve que ver um de seus filhos morrer assassinado pelo próprio irmão, e o outro fugir pelo mundo, onde viveria a correr de um lado para outro, sem mais paz…
Quantos de nós já não nos sentimos assim? Por causa de nossos erros, sejam eles em forma de palavras, pensamentos, atos ou omissões, quantos já fizemos sofrer? E, ao ver seus sofrimentos, arrependidos e amargurados, choramos, nos lamentamos, nos arrependemos, sofremos…
Assim foi com Adão, assim é com cada um que veio após ele, para viver aqui neste mundo. Sofrimento, tristeza, arrependimento, coisas que Deus nunca quis que existissem no meio de nós, fazem com que nossa vida tenha tantos momentos infelizes.
Mas, eu me alegro em saber que isso não é tudo. A vida não se resume a sofrer, fazer outros sofrerem, viver em tristeza perene. O pecado, o mal que atingiu nosso mundo, não pegou Deus de surpresa. Não! Nosso Deus tudo sabe, ele é Onisciente, Ele tem pre-ciência, sabe tudo desde o princípio! Ele sabia o que poderia acontecer caso o mal penetrasse no nosso planeta. E Ele já tinha tudo preparado. A Bíblia diz que Jesus é “o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Apocalipse 13:8). Desde antes de existir a Terra, Deus já tinha tudo preparado. “O salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23), alguém pecou, alguém teria que morrer, Deus não poderia ir de encontro à Sua própria lei. Mas Ele “amou o mundo de tal maneira, que deu Seu filho unigênito, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
Como Deus é maravilhoso! Ele nos ensinou o caminho em que devíamos andar, mas nós escolhemos nos desviar dele, e havia uma penalidade. Deus é justo, e não poderia deixar de aplicá-la. Mas Ele também é misericordioso, e decidiu levar sobre Si mesmo o resultado do erro que cometemos. Por causa disso, podemos ter conforto, na certeza de que há esperança para nós.
“Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação.” (Romanos 5:10 e 11).
Louvemos a Deus, pois Seu amor por nós dura para sempre!
“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” – I Coríntios 15:57
A maior história de amor
“Mundialmente aclamada como a mais bela e trágica história de amor de todos os tempos, Romeu e Julieta conta a história de dois jovens apaixonados, Romeu Montéquio e Julieta Capuleto. Filhos de famílias rivais, acabam por não conseguir resistir ao ódio que os separa, mas o seu amor perdurará para além da morte.” (Webboom.pt)
Não pense que quero falar das tragédias envolvendo casais de namorados. Quero falar hoje da afirmação que acabamos de ler. Ela nos diz que essa história, a famosa história de Romeu e Julieta, é a maior história de amor de todos os tempos. Mas será que é mesmo? Bem, antes de você chegar a qualquer conclusão, deixe-me contar uma outra história ocorrida muitos anos atrás…
Havia um pai muito bondoso que tinha um único filho. Esse seu filho era igual a ele em tudo, nos gostos, nos pensamentos, no modo de ser. Eles tinham, ainda, um amigo muito íntimo, muito próximo, muito semelhante a eles, com quem conversavam sobre tudo, com quem dividiam toda a sua existência.
Um dia, esses três amigos, em consenso, resolveram que suas vidas estavam muito solitárias. Eles precisavam de outros com quem dividir seu amor, bondade e amizade. Se fosse hoje, poderíamos dizer que eram como um casal sem filhos, ansiosos por um bebê que pudesse alegrar ainda mais suas vidas.
Pois bem, decididos, esses três amigos, que ainda carregavam em comum a capacidade de criar vidas, resolveram criar outros seres. Seres maravilhosos, perfeitos, que iriam ajudá-los em sua missão. Seres também poderosos, não tanto quanto seus criadores, mas belíssimos e com muita sabedoria e capacidades. Chamaram a esses de ‘mensageiros’.
Feito isso, sentiram vontade de criar outros seres, diferentes dos mensageiros. Sabe os pais de quem falei antes? Pois é, se eles fossem esses pais, talvez tivessem pensado: “Temos uma linda menina, vamos ter um menino também?” Sim, aqueles amigos amavam a diversidade. Queriam ter outros seres, a quem pudessem chamar verdadeiramente “Filhos!”, sabendo que seriam ouvidos com ternura. Queriam ter filhos a quem cuidar, acalentar, amar. E criaram mundos maravilhosos e perfeitos, nos quais esses filhos semelhantemente maravilhosos e perfeitos iriam morar.
E começaram, então, a obra maravilhosa que é o criar. Desenharam formas perfeitas, que foram pintadas com cores inimagináveis, cada detalhe, como diz uma música de que gosto muito, “um toque de amor”. Criaram tudo muito lindo, muito singelo, tudo perfeito…
Começaram então a fazer amizade com seus filhos amados. Os mensageiros viam tudo com muita admiração e regozijo. Já conheciam aqueles três amigos há bons tempos, e sabiam o quão amorosos eram, o quanto haviam ansiado e esperado pelo momento de conversar e compartilhar momentos especiais com aquelas outras criaturas a quem chamavam de filhos.
Porém, um dos mensageiros, chamado Portador de Luz, começou a achar estranho tudo aquilo, começou a sentir ciúmes. Ele via a conexão perfeita existente entre o Homem e o seu Filho. Ninguém entendia o porquê daquilo, uma vez que ele era tão querido e amado, tão bem tratado, sendo o mais destacado dos mensageiros, o líder do coral que eles formavam, enfim, o mensageiro mais importante, respeitado e amado tanto quanto os outros, tanto quanto os filhos espalhados nos diferentes planetas.
Contudo, o fato é que, sem explicação, aquele mensageiro se rebelou. Inventou mil e uma mentiras sobre o Homem, e saiu espalhando sua inveja aos outros mensageiros. Um terço deles se juntou ao ‘mestre’ e o ambiente naquele lugar, outrora de paz, começou a mudar. O Homem conversou e implorou ao seu mensageiro tão querido, para que mudasse seus pensamentos, para que sua rebeldia inexplicável tivesse fim, para que entendesse que ele, o Homem, o amava demais, mas foi tudo em vão. O clima piorou ainda mais. O Homem chorou muito, assim como seu Filho e o Amigo deles. Não sabiam o que fazer… Você tem filhos? Algum deles, por nenhuma razão, já teve raiva e se rebelou contra você? Você se lembra de como foi duro, não é? Pois foi assim que aqueles três se sentiram…
Só que, infelizmente, nada mudou, a despeito dos pedidos insistentes dos três amigos. Portador de Luz e seus companheiros foram finalmente retirados daquele lugar, por não pertencerem mais a ele. Não podiam ser destruídos, pois além de terem sido objetos do amor de seus criadores, não poderiam simplesmente ser calados. O universo precisava saber quem tinha razão: o Filho do Homem, seu Pai e seu Amigo, ou Portador de Luz.
Foram, então, pra um dos planetas criados pelos três amigos. Queriam convencer aos Filhos que viviam naquele lugar de que o Homem era mau, assim como seu Filho e seu Amigo. Queriam, já que não conseguiram destruir a casa do Homem, arruinar a vida maravilhosa que ele havia dado aos filhos daquele planeta, para, de algum modo, ferir o seu criador.
Ao chegarem nesse planeta longínquo, logo trataram de fazer a cabeça dos seus dois únicos moradores. Estes, por sua vez, embora tivessem sido previamente avisados pelo Homem da existência de Portador de Luz e de suas falácias, acabaram por acreditar nele, que apareceu disfarçado de um exótico animal, falando-lhes meias-verdades. Caíram em suas lorotas, achando que estavam descobrindo grandes verdades, nunca dantes reveladas, e oh quão duro foi saber, pouco depois, que haviam caído no erro de que tanto o Homem os alertara.
Depois disso, o mundo deles se transformou. Não mais perfeição ou beleza, não mais pureza, amor perfeito. Agora, dor e morte faziam parte de suas vidas. Eles conheciam a verdade. Sabiam que o mal não poderia coexistir com o bem. Um dos dois acabaria prevalecendo, e o que eles fizeram deveria ser seguido de morte. Morte sim, embora eles tivessem preferido acreditar em Portador de Luz, que falou que não morreriam, ainda que fizessem o contrário do que tinha sido dito pelo Homem.
Verdadeiramente, o preço tinha que ser pago. Houvessem apenas seguido a ordem do amoroso criador, e nada daquilo estaria acontecendo. Como doía lembrar disso a cada segundo! Como doía saber que se apenas tivessem seguido seu caminho, sem dar ouvido àquele que, agora eles sabiam, era o maior dos enganadores do universo, poderiam continuar suas vidas, felizes e perfeitos, como sempre foram. Mas não. E essa certeza os corroía por dentro.
Mas eis que o Homem os chama! No meio da desgraça, ouvem a voz de seu criador. E tentam se esconder, sabendo do erro que cometeram, esquecendo-se de que não conseguiriam se esconder do ser que mais os amava no universo. Não sabiam que ele já previa que isso poderia acontecer. Havia criado seus filhos com a capacidade de escolha. Não queria que o amassem apenas por medo ou obrigação. Queriam que o amassem por escolha própria. E sabia que ele mesmo corria o risco de ver seus filhos escolhendo não amá-lo. Mas esse era o preço a pagar e ele estava disposto a isto. Já tinha tudo planejado. Se, por algum motivo, seus filhos fossem tão longe que tivessem que morrer, ele estaria disposto a fazer algo que não somente não fugiria às regras dadas aos filhos, como também não traria tanto sofrimento a eles. Então, o Homem começou a contar a seus filhos o que ia fazer.
Contou-lhes que alguém precisava morrer, esse era o preço. Contou-lhes que os amava muito e não queria que morressem. Os filhos agora olhavam para o Pai sem entender o que se passava em sua mente tão infinita e tão sábia, tão além de suas capacidades. O que deveria acontecer então? E o Criador continuou então sua explicação, dando a eles uma notícia ao mesmo tempo alegre e terrível. Não precisariam morrer! Não eternamente! Claro, um dia, devido à nova configuração daquele mundo, seus corpos enfraqueceriam, ou encontrariam algo mais forte do que eles, e cessariam de funcionar. Mas poderiam voltar a vida! Não precisavam deixar de existir para sempre, que é o que estava fadado a acontecer, e que eles sabiam muito bem.
Não precisariam morrer eternamente, porque o Filho do Homem havia decidido tomar os seus lugares! Daria a vida no lugar deles, e no lugar de quem mais quisesse aceitar tão misericordioso presente! Oh alegria incomum! Como podiam ficar felizes e tão tristes ao mesmo tempo?! O Filho do Homem, a quem tanto amavam, iria morrer. Iria sofrer como ninguém nunca sofreu nem vai sofrer neste planeta, iria ser traído, negado, maltratado, cuspido, humilhado… E, finalmente, morto. Por amor a eles!!!
Era muito para suas mentes fragéis compreender! Mas, mesmo assim, aceitaram o presente. Sabiam que não mereciam, sabiam que nada haveria que pudessem fazer para pagar o preço da tão honrosa dádiva. Mas aceitaram e seguiram suas vidas. O Criador rogou-lhes que contassem aquela história a todos os seus descendentes, para que tivessem um pouco de alegria em suas vidas. Alertou-lhes de que alguns haveria que não iriam dar crédito. Mas que seguissem contando, sem se preocupar com aquilo. E como não iriam contar? Como conseguir não contar a todos a mais bela história de amor de todos os tempos?!
Gostou? É. Essa é única e verdadeira “mais bela história de amor de todos os tempos”! Está na Bíblia, para quem quiser ler. E o melhor: é verdadeira!!! É REAL! -“Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” (Lucas 19 :10)
P.S.: Se quiser saber mais sobre essa história real, deixe seu recado aqui no blog ;)
Viagem ao Céu
“E vós sabeis o caminho para onde eu vou.” (João 14:4)
Você já leu “Viagem ao céu”? É um livro de Monteiro Lobato (autor que amo desde criança), em que os famosos personagens do mais famoso ainda “Sítio do Picapau Amarelo” empreendem — literalmente — uma viagem ao céu. Segundo a Wikipedia,
Através dessa viagem que fiz, pude conhecer melhor mais um pedacinho desse imenso estado em que moro. E é simplesmente lindo o lugar! Vegetação maravilhosa, praias mais ainda, calmaria, ausência de problemas e dificuldades… Tudo era só diversão, enquanto estávamos lá.
Mas, no fim da viagem, meu esposo começou a sentir-se mal, com febre, calafrios e moleza no corpo. Dois dias depois, voltamos pra casa, e aí foi a minha vez de ficar doente. E a nossa viagem ao “céu” também não durou eternamente. Quinta-feira, depois do carnaval, lá tava eu na lida de novo… Trabalhando, enquanto muitos ainda se recuperavam da ressaca.
Pois é amigos. Enquanto estivermos aqui nesse planetinha tão pequeno, imerso na Via Láctea, poderemos ter muitos bons momentos. Momentos alegres, divertidos e tão maravilhosos que vai parecer, à semelhança de Pedrinho, Narizinho e Emília, que teremos feito uma viagem ao céu, a um pequeno “paraíso” aqui na Terra. Mas tais momentos não durarão pra sempre. Eles sempre vão acabar. E depois a gente vai ter que voltar ao trabalho duro, ou ao estudo estafante, ou “à realidade”, como costumamos dizer.
Mas o que essa viagem me fez lembrar, é que um dia teremos, sim, uma verdadeira Viagem ao Céu. Iremos ao verdadeiro Paraíso, que Deus, em Sua misericórdia, tem preparado pra nós.
É isso que Jesus fala na Bíblia, no livro de João, capítulo 14. Vamos ver?
Interessante essa última frase de Jesus. Ele disse, logo em seguida: “Eu sou o Caminho, a verdade e a vida.” Ou seja, Ele mesmo é o caminho pra chegar a esse lugar onde Ele está agora, e para onde quer nos levar. Vai ser uma viagem maravilhosa, para o melhor lugar do mundo, para o verdadeiro Céu, o verdadeiro Paraíso, quando Jesus voltar a esse mundo para nos buscar. Sim, porque Ele prometeu isso, como acabamos de ler. Já pensaram? Nada de doenças, cansaço, fadigas, maldade ou morte. Nada vai atrapalhar essa viagem, como aconteceu com a minha, e ela não vai ter que acabar para voltarmos à realidade, porque ela mesma será a nossa realidade, feliz realidade!
E para isso, veja que simples, você tem apenas que aceitá-lO, como o verdadeiro Salvador e Redentor da humanidade, e Senhor da sua vida…
Pois Ele é o verdadeiro caminho para a verdadeira e eterna felicidade… Para a verdadeira Viagem ao Céu…
Você já leu “Viagem ao céu”? É um livro de Monteiro Lobato (autor que amo desde criança), em que os famosos personagens do mais famoso ainda “Sítio do Picapau Amarelo” empreendem — literalmente — uma viagem ao céu. Segundo a Wikipedia,
“O Visconde de Sabugosa tinha morrido afogado e Emília resolveu ressuscitá-lo. Ele reapareceu, mas transformado num sábio inglês, o “Dr. Livingstone”. Na verdade, o Visconde ficou sendo as duas coisas: ele próprio, e o “Dr. Livingstone”. Acompanhados do novo Visconde, Pedrinho, Narizinho e Emília, e levando com eles a Tia Nastácia e o burro falante Conselheiro, resolveram por em prática uma aventura inimaginável, uma viagem ao céu!”Pois é! Eu nunca li esse livro dele [ainda!], mas o título me pareceu bem sugestivo para o que quero compartilhar com vocês hoje. Na época do carnaval, meus pais vieram nos visitar, e nos levaram para o Morro de São Paulo, aqui na Bahia. Eu já conhecia o lugar – havia feito uma visita rápida em 2005 – mas meu esposo não conhecia. E meus pais nos levaram pra lá. Ficamos hospedados num hotel muito bom.
Através dessa viagem que fiz, pude conhecer melhor mais um pedacinho desse imenso estado em que moro. E é simplesmente lindo o lugar! Vegetação maravilhosa, praias mais ainda, calmaria, ausência de problemas e dificuldades… Tudo era só diversão, enquanto estávamos lá.
Mas, no fim da viagem, meu esposo começou a sentir-se mal, com febre, calafrios e moleza no corpo. Dois dias depois, voltamos pra casa, e aí foi a minha vez de ficar doente. E a nossa viagem ao “céu” também não durou eternamente. Quinta-feira, depois do carnaval, lá tava eu na lida de novo… Trabalhando, enquanto muitos ainda se recuperavam da ressaca.
Pois é amigos. Enquanto estivermos aqui nesse planetinha tão pequeno, imerso na Via Láctea, poderemos ter muitos bons momentos. Momentos alegres, divertidos e tão maravilhosos que vai parecer, à semelhança de Pedrinho, Narizinho e Emília, que teremos feito uma viagem ao céu, a um pequeno “paraíso” aqui na Terra. Mas tais momentos não durarão pra sempre. Eles sempre vão acabar. E depois a gente vai ter que voltar ao trabalho duro, ou ao estudo estafante, ou “à realidade”, como costumamos dizer.
Mas o que essa viagem me fez lembrar, é que um dia teremos, sim, uma verdadeira Viagem ao Céu. Iremos ao verdadeiro Paraíso, que Deus, em Sua misericórdia, tem preparado pra nós.
É isso que Jesus fala na Bíblia, no livro de João, capítulo 14. Vamos ver?
Jesus disse: - Não fiquem aflitos. Creiam em Deus e creiam também em mim.
Na casa do meu Pai há muitos quartos, e eu vou preparar um lugar para vocês. Se não fosse assim, eu já lhes teria dito.
E, depois que eu for e preparar um lugar para vocês, voltarei e os levarei comigo para que onde eu estiver vocês estejam também.
E vocês conhecem o caminho para o lugar aonde eu vou.
Interessante essa última frase de Jesus. Ele disse, logo em seguida: “Eu sou o Caminho, a verdade e a vida.” Ou seja, Ele mesmo é o caminho pra chegar a esse lugar onde Ele está agora, e para onde quer nos levar. Vai ser uma viagem maravilhosa, para o melhor lugar do mundo, para o verdadeiro Céu, o verdadeiro Paraíso, quando Jesus voltar a esse mundo para nos buscar. Sim, porque Ele prometeu isso, como acabamos de ler. Já pensaram? Nada de doenças, cansaço, fadigas, maldade ou morte. Nada vai atrapalhar essa viagem, como aconteceu com a minha, e ela não vai ter que acabar para voltarmos à realidade, porque ela mesma será a nossa realidade, feliz realidade!
E para isso, veja que simples, você tem apenas que aceitá-lO, como o verdadeiro Salvador e Redentor da humanidade, e Senhor da sua vida…
Pois Ele é o verdadeiro caminho para a verdadeira e eterna felicidade… Para a verdadeira Viagem ao Céu…
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